Volatilidade: O que é e como impacta nas criptomoedas

Conheça o conceito de Volatilidade, muita utilizada em diversos ativos, inclusive nas criptomoedas. Entenda qual é seu impacto.

Por
Luiza Brito
6/3/2021
Volatilidade: O que é e como impacta nas criptomoedas

Se você já é uma pessoa que faz investimentos, com certeza já reparou que, em determinado mês, seu ativo financeiro teve uma performance melhor, já no mês seguinte houve uma queda, depois voltou a subir… e assim por diante. Essas observações que você tem sobre esse vai e vem do mercado são reflexos diretos da volatilidade.

Agora, se você está entrando no mercado de investimentos aos poucos, volatilidade é provavelmente um dos primeiros termos que as pessoas aprendem ao começar a se interessar por economia e finanças. Muito provavelmente você já escutou este termo e se ainda não tem certeza sobre o que se trata, fica comigo até o final deste texto e confira tudo que vai aprender:

  • O que é volatilidade?
  • Quais são os tipos de volatilidades em um investimento?
  • Volatilidade histórica
  • Volatilidade implícita
  • Volatilidade real
  • Volatilidade cambial
  • Para que serve Volatilidade?
  • Como a volatilidade interfere nas criptomoedas?
  • Fatores que influenciam na cotação das criptomoedas?

A volatilidade, em economia, diz respeito a um indicador essencial para entender mais profundamente o ativo em que você está investindo, bem como o próprio mercado em que está inserido e até mesmo para mensurar os riscos que está correndo.

A volatilidade representa a intensidade da capacidade de variação de preço  que determinado ativo tem em um período de tempo. Ou seja, quanto mais um ativo financeiro tem a capacidade de oscilar o seu preço, maior é a sua volatilidade.

O principal objetivo da volatilidade, do ponto de vista dos investidores, é utilizá-la para realizar um estudo das movimentações de preços e conseguirem determinar um possível cenário. Dessa forma, é possível usar a volatilidade para compreender se um investimento pode trazer bons retornos e o nível de risco que você corre ao apostar naquele ativo.

Vale ressaltar que, apesar de a volatilidade ser útil para entendermos sobre o rendimento possível do ativo, ela não garante que o seu investimento terá um rendimento positivo, ou muito menos garante seu lucro. Ela serve para que você não fique perdido como cego em tiroteio, fazendo simplesmente apostas nos seus investimentos. Entender a volatilidade vai te trazer maior lucidez para compreender se a movimentação que o ativo teve é natural de suas propriedades características, ou se ele está simplesmente seguindo uma tendência, que pode ser de baixa ou de alta.

Mas, a melhor maneira de realmente entender até onde pode chegar os efeitos da volatilidade do seu ativo é analisando o mercado, seja por meio de uma análise fundamentalista, na qual você entende os fundamentos da empresa ou instituição emissora da criptomoeda, ou por meio da análise técnica, entendimento da movimentação do mercado por gráficos.

Se você está começando agora no mercado de investimentos, analisar graficamente o movimento dos seus ativos pode ser um desafio, porém é essencial se você quer ter um investimento saudável. Pensando nisso, nós preparamos um Guia Completo de Análise Técnica para criptomoedas e ações.


Agora, falando em termos mais técnicos, a volatilidade é a variável que busca analisar a intensidade, a frequência e a velocidade com que o ativo irá variar. Ela é calculada a partir do desvio padrão médio do ativo, considerando sua rentabilidade diária em certo período de tempo. O cálculo do desvio padrão médio é basicamente levar em conta as baixas e altas do ativo, naquele período de tempo, e calcular sua variação em porcentagem.


Quais são os tipos de volatilidade em investimentos? 

Existem 4 tipos de volatilidade que podemos analisar para embasar nossos investimentos. Volatilidade histórica, implícita, real e cambial. A seguir, vamos entender melhor cada uma delas.

Volatilidade histórica

Volatilidade histórica é o desvio padrão do último ano que se passou, ela leva em conta as variações passadas do ativo, em determinado período. Essa volatilidade é muito usada para saber as variações futuras que o ativo poderá ter, com base nas variações que ele apresentou no passado.

Por exemplo: se você quer entender como investir em Bitcoin em 2021, seria interessante você entender como foi sua volatilidade no ano de 2020, para poder se situar e tentar entender como o ativo se comportará neste ano. 

Entenda aqui como foi o ano de 2020 para o Bitcoin e as previsões para 2021!

Mas atenção, a volatilidade histórica não é garantia de lucro, muito menos de que ocorrerá a mesma variação do passado, ela é para ser usada somente como base, para nortear ou contextualizar o investidor sobre como foi o último ano para o ativo. Ela não é uma medida exata e nem sempre o mercado se comportará conforme as previsões. 

Como essa volatilidade é feita com base nas variações que já são de conhecimento do mercado, muitos investidores também a utiliza para programar suas ordens de venda nos mecanismos de Stop Loss e Stop Gain, pois você consegue extrair os topos e fundos do ativo e estabelecer as ordens com base nesses valores.

Volatilidade implícita

A volatilidade implícita é uma estimativa para sabermos o preço que o ativo terá no futuro.  Seu cálculo é feito com base na volatilidade histórica, ou seja, a partir das movimentações de preço que o ativo teve, é possível ter uma ideia do que acontecerá no futuro.

Novamente, a partir desta volatilidade histórica os investidores podem tentar estimar qual será o comportamento do ativo no futuro e também se apoiar em ordens de Stop Loss e Stop Gain. 

Porém, os ativos têm diversos outros fatores que influenciam diretamente em seus preços, e nem sempre estes fatores são tão claros apenas pela análise da volatilidade. Faz-se necessário uma análise técnica e fundamentalista em paralelo, para compreender quais fatores que influenciaram no ativo para que ele tivesse tal comportamento.

Por exemplo, se um investidor decidir analisar a volatilidade do Bitcoin em 2020, ele verá que em Novembro a moeda teve uma grande valorização. Se ele simplesmente finalizar ali sua análise ele não entenderá o verdadeiro motivo do Bitcoin ter se valorizado mais apenas no segundo semestre. Porém, se ele procurasse saber o que aconteceu com a moeda ano passado, ele entenderia que o Bitcoin sofreu o seu halving no primeiro semestre, e que um dos efeitos do halving é o aumento do preço da moeda progressivamente, podendo acontecer entre 6 e 16 meses após o halving. 

Halving do Bitcoin é um evento que a moeda passa aproximadamente de 4 em 4 anos, no qual a recompensa paga aos mineradores da moeda é cortada pela metade, o que diminui também pela metade a quantidade de bitcoins inseridos no mercado. Sendo assim, ele se torna mais escasso e seu preço aumenta.

Volatilidade Real

Essa volatilidade também é conhecida como volatilidade futura, é a que representa a variação de preço dos ativos que serão negociados no futuro, ou no mercado futuro.

Em resumo, operar em mercado futuro significa negociar hoje algum ativo que só será realmente vendido (ou comprado) no futuro, sendo que esse futuro pode ser dias depois, meses ou até anos. Essa modalidade de negociação não é muito comum no mercado cripto.

A volatilidade real é o que vai determinar a oscilação efetiva que o preço do ativo teve no mercado futuro. À medida que o ativo chega em sua data de vencimento, a volatilidade real se transforma em volatilidade histórica, uma vez que ela passa a ser conhecida.

Volatilidade Cambial

A volatilidade cambial é representada pelas variações nas taxas de câmbio, naturais do mercado financeiro. Ou seja, é a  variação no preço em que são comercializadas moedas fiduciárias como o real, dólar ou euro.

A volatilidade cambial é provavelmente uma das mais presentes em nosso cotidiano. É bem mais comum ouvirmos no jornal algum âncora falando sobre a alta do dólar em comparação com o real, ou a desvalorização do real no mercado internacional. Tudo isso diz respeito à volatilidade cambial.

Se você investe no Tether (USDT), por exemplo, moeda lastreada ao dólar, é fundamental que você acompanhe de perto a volatilidade cambial.

Pra que serve a volatilidade?

Bom, como já explicamos ao longo do texto, a volatilidade é um indicador que nos mostra com que frequência, intensidade e velocidade um ativo ou derivativo tem seu preço variando no mercado. E já aprendemos também que quanto maior for essa variação, em termos de velocidade, intensidade e frequência, maior é a volatilidade do ativo. 

Mas afinal, o que isso realmente nos mostra?

Por meio de uma análise de volatilidade, você enquanto investidor consegue ter um entendimento muito mais concreto do mercado. Você consegue entender se a variação que seu ativo teve foi natural, característica da própria criptomoeda, ou se está ligada à alguma tendência. Você consegue projetar diferentes cenários e se preparar de maneira mais assertiva para estes cenários. 

Compreendendo a volatilidade do mercado você consegue ter mais claro quais são os melhores momentos para entrada e saída do mercado e ainda consegue mensurar o risco que tal operação possui. Este é um dos maiores pontos fortes do estudo da volatilidade.

Para aqueles que praticam negociações de curto e médio prazo, como o Swing Trade, Day Trade e Scalping Trade, entender a fundo a volatilidade, bem como os riscos da sua negociação, são pontos fundamentais para ter mais chances de ter lucro.

Não trate os riscos do seu investimento como um  elefante na sala! Já ouviu falar dessa expressão?

elefante-na-sala-riscos

O elefante na sala é uma metáfora que representa aquele assunto chato, desconfortável de ser encarado, ainda mais chato de ser discutido. Imagine literalmente a figura de um elefante em uma sala pequena. É algo que incomoda, mesmo que represente uma situação iminente e que estará ali até que alguém faça algo a respeito, as pessoas tendem a evitá-la ao máximo. É o que acontece com muitos investidores que não encaram diretamente os riscos de seus investimentos.

A volatilidade do ativo e o risco que a sua negociação envolve estão diretamente relacionados. Aqui no blog da Coinext estamos sempre alertando e explicando sobre como você investidor deve ter uma relação saudável com os riscos que investir traz. Tratá-lo como o elefante na sala, tendo medo e evitando a todo custo estudar e se acostumar com isso, não fará bem algum à sua estratégia.

Faz muito mais sentido você saber da existência do risco, ter meios para calculá-lo de forma aproximada e principalmente traçar estratégias para saber lidar com a situação quando ele aparecer. Investir é algo que naturalmente envolve riscos, qualquer tipo de operação, de ativos de qualquer natureza. Sabendo calcular os riscos, você também aprende a manobrar a situação quando o cenário não for de encontro com o que você previu.

Daí a importância de entender o que é volatilidade e como ela pode impactar na sua estratégia de investimento. A partir desta volatilidade você consegue entender quais são os riscos das suas operações e ter uma relação mais madura e saudável com o trade.

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Como a volatilidade interfere nas criptomoedas?

Até então, já entendemos que a volatilidade é uma característica comum dos ativos financeiros e que ela nos ajuda a entender os riscos de nossas negociações, dentre outras coisas. Também entendemos que quanto mais volátil um ativo mais riscos envolve suas negociações, tanto de lucrar quanto de ter prejuízo. Agora vamos entender como isso impacta no comportamento das criptomoedas.

Uma das primeiras coisas que o investidor de criptomoedas aprende é que o cripto mercado é um dos mais voláteis da gama de  mercados de investimentos. Isso significa que as criptomoedas estão constantemente variando suas cotações de preços e de forma intensa. Também significa que é um mercado de investimentos com riscos mais altos, tanto para o lucro quanto para o prejuízo.

Então, nas criptomoedas a volatilidade é um indicador que impacta diretamente nas suas movimentações no mercado, uma vez que uma coisa puxa a outra. 

Por exemplo, se o Bitcoin está oscilando muito e foi percebido que ele está em uma tendência de alta, significa que há chances de o seu preço subir e a moeda ser valorizada. Com isso os investidores que já haviam comprado a moeda entendem que é um bom momento para revendê-las a um preço maior. Sendo assim, têm-se uma movimentação maior nas operações de venda, um volume maior de bitcoins sendo negociados para venda.

Percebe como a volatilidade teve papel fundamental na movimentação do mercado?

Agora vamos entender quais são os fatores que influenciam na cotação das criptomoedas, que não se limitam somente à respectiva volatilidade de cada uma.

  • Adesão por parte da sociedade

Que as criptomoedas são uma tecnologia extremamente recente todo mundo já sabe. Surgindo em 2009 e tomando força em 2017, apesar de vir apresentando índices incríveis de crescimento, o mercado de criptomoedas, em comparação com os demais ativos financeiros passíveis de investimento, ocupa uma parcela menor nos portfólios dos investidores. 

Isso impacta diretamente na volatilidade das moedas pois, se há um volume menor de investidores movimentando aquele ativo, consequentemente necessita-se um número menor também de investidores para impactar no preço das moedas, tanto positivo quanto negativamente. O que as torna mais sensíveis, ou seja, mais voláteis aos movimentos dos investidores.

A boa notícia é que o mercado cripto está em constante crescimento, tanto com a entrada de investidores pessoa física quanto de instituições e dos grandes players de mercado. E isso ajuda muito a controlar a volatilidade das moedas, pois o mercado tende a ficar mais equilibrado.

Além disso, temos constatado também a entrada de investidores pessoa física com outra mentalidade no mercado. Alguns momentos dos anos passados foi visto uma grande entrada de investidores no mercado das criptomoedas, porém essas pessoas entraram motivadas por alguma alta súbita da moeda, e vieram buscando unicamente o lucro em curto prazo, como ocorreu em 2017.

Ao se depararem com outro contexto, um cenário de estudo, dedicação e acompanhamento diário das moedas alinhado à necessidade de traçar uma estratégia de investimento eficiente, essas pessoas saíram do mercado na mesma velocidade em que chegaram.

Hoje em dia não é tão comum vermos grandes quantidades de pessoas ingressando no mercado cripto em busca de um milagre e de fazer dinheiro rapidamente, quanto era alguns anos atrás. Já podemos constatar novos perfis de investidores, que estão realmente escolhendo as criptomoedas como reserva de valor ou como investimentos a longo prazo. Isso afeta bastante a movimentação do mercado, trazendo maior estabilidade nas oscilações e, possivelmente, diminuindo a volatilidade.  

Além disso, quanto mais instituições financeiras e empresas que de alguma forma envolvem relações com o dinheiro aderirem às criptomoedas, seja em seus modelos de negócios ou em alguma inovação que desejem implementar, maior estabilidade o mercado como um todo terá. Quanto mais as criptomoedas conseguirem participar do dia a dia das pessoas, melhor será, em questão de oscilação de preço.

  • Controle midiático

Por se tratar de uma tecnologia ainda pouco conhecida pela sociedade (a blockchain) especialmente por investidores mais leigos, as criptomoedas podem sofrer as consequências de uma mídia despreparada e tendenciosa.

Muitos investidores do mercado cripto buscam se informar sobre os melhores momentos para entrada e saída no mercado somente em portais de notícias ou através de personalidades influentes que trazem a proposta de ser como um consultor de investimentos. A complicação de adotar esta estratégia é que você fica 100% à mercê da mídia e da decisão de outras pessoas, sem realmente estudar os fundamentos, os reais motivos para todo o burburinho que estiver acontecendo, e sem ter uma opinião mais crítica sobre o mercado.

Veja bem, não é que você não pode acompanhar as notícias ou grandes investidores, isso é inclusive recomendado. Mas seria interessante que isso realmente não passasse de um acompanhamento e que você conseguisse tomar suas próprias decisões, com base nos seus objetivos e na sua estratégia de investimento.

O que acontece é que a desinformação, a própria má interpretação de uma reportagem ou notícia e até mesmo as fake news que rodam pela internet sobre as criptos fazem com que, não só a adoção delas pela sociedade seja prejudicada, como interfere diretamente nas decisões dos investidores. Sendo assim, o preço das moedas fica mais suscetível a sofrer alterações com base em notícias bombásticas, declarações polêmicas, reportagens mal escritas ou mal intencionadas e etc. Isso acontece tanto para uma valorização das moedas quanto para desvalorização. 

Por isso aqui na Coinext prezamos tanto pela educação financeira de nossos clientes e para que vocês tenham acesso ao máximo de informações possíveis que possam ter para tomarem suas decisões por conta própria, com confiança e seguros de si. 

  • Regulamentação

A questão da regulamentação das criptomoedas também é algo que impacta na cotação dos preços e em sua volatilidade. 

Quando o Bitcoin foi criado, toda a base para seu funcionamento foi descrita em um simples documento chamado de White Paper. Nele já vieram especificações sobre a emissão de bitcoins e a sua proposta de funcionar como uma Finança Descentralizada (DeFi), ou seja, de trazer mais autonomia para o investidor controlar suas próprias finanças, com menor interferência estatal. 

E é claro, isso trouxe consequências, não diretamente para a cotação das criptomoedas, mas para o comportamento das suas movimentações no mercado. Alguns investidores podem acreditar que essa regulamentação fora das mãos dos governos é um lado negativo da tecnologia, o que os faz ter alguns pés atrás e  ter insegurança em suas decisões de compra e venda.

No entanto, isso reflete como a sociedade tem receio daquilo que é ainda desconhecido ou não muito usual em relação ao que já estamos habituados. À medida que tudo isso for sendo desmistificado e explicado com maior clareza ao público, estes estigmas vão sendo quebrados e a confiança na tecnologia aumentará.

Além disso, a questão da emissão dos Bitcoins ser controlada de forma automática é uma das principais causas que impactam em seu preço. Conforme explicamos no começo do texto, sobre o Halving do Bitcoin. Processo em que a recompensa que é paga em bitcoins aos mineradores,  por estarem validando as transações do blockchain, cai pela metade. O que diminui também pela metade a quantidade de bitcoins inseridos no mercado, aumentando sua escassez e consequentemente aumentando seu preço. 

  • Mercado Ininterrupto

Outro grande fator que impacta diretamente no preço das criptomoedas é o fato de que o mercado cripto é ininterrupto. 

Diferentemente do mercado de ações, que funciona com pregões que tem hora para abrir e fechar, o mercado cripto funciona de forma ininterrupta por 24 horas, 7 dias da semana. 

Ou seja, o tempo todo terão pessoas especulando, movimentando os ativos, realizando jogadas e estratégias que podem criar uma tendência ou reverter uma já existente. E isso pode inclusive acontecer a qualquer momento do dia, seja com você a postos ou não. 

Daí a importância de acompanhar sempre o mercado, estudar técnicas que ajude você investidor a identificar tendências e os melhores momentos para entrada e saída, como o suporte e a resistência. 

Além disso, também é fundamental contar com ferramentas que resguardem o investidor de possíveis prejuízos repentinos, como o Stop Loss e Stop Gain, mecanismos que a Coinext tem!

A verdade é que existe uma infinidade de opções de estratégias e táticas para se analisar graficamente um ativo. Por isso é fundamental que você se prepare bem. Acompanhe sempre nossas redes sociais, blog e setor de educação do cliente.

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