Previsão Bitcoin: Vale a pena investir em 2021?

Entenda como foi o ano de 2020 do Bitcoin. Será que este investimento continuará valendo no ano de 2021? Confira aqui!

Por
Equipe Coinext
7/1/2021
Previsão Bitcoin: Vale a pena investir em 2021?

2020 foi um ano atípico em qualquer setor que você decida analisar, porém no setor financeiro ele foi ainda mais inusitado. Com a pandemia do Coronavírus se agravando logo nos primeiros meses do ano, já podíamos imaginar que certas mudanças seriam inevitáveis para a sociedade, em prol de manter o isolamento social e a contenção do vírus. O que ninguém imaginava é que, em ano como esse, marcado pelos intensos desafios e pelo sentimento de impotência diante um problema que parecia sem solução, o mercado das criptomoedas causou uma verdadeira revolução e trouxe bons motivos para seus investidores comemorarem o final do ano!  

O que você verá neste artigo:

  • Como foi o ano de 2020 do bitcoin
  • Bitcoin em 2021, vale a pena investir?
  • Quais são as previsões do bitcoin
  • O halving do bitcoin e a influência no preço
  • Aumento da aceitação do Bitcoin por grandes investidores
  • Como as escolhas dos governos durante a pandemia enfraqueceram suas moedas
  • Como investir em Bitcoin

Como foi o ano de 2020 do Bitcoin

Como nem só de notícias ruins vivemos, este ano a trajetória do Bitcoin merece aquela retrospectiva de respeito! Vamos lá?

Quem acompanha o setor financeiro viu que o Bitcoin iniciou o ano de 2020 na marca dos R$ 29.399. Logo em fevereiro conseguiu um avanço super importante para as criptomoedas e foi adotado pela primeira vez na história como uma forma de pagamento quando a Visa se associou à exchange Coinbase e permitiu a criação de um cartão de débito em que os usuários pagassem tudo com as próprias criptomoedas.

Em março, sentindo os primeiros efeitos a retração econômica da pandemia, a moeda enfrentou uma queda de 50% em apenas 1 dia, chegando a valer em torno de R$ 28 mil reais.

Provando sua característica mais forte, em abril a moeda deu a volta por cima e se tornou o ativo com maior desempenho de 2020, superando petróleo, ouro e prata, chegando ao valor de US$9.400,00, aproximadamente R$ 49.598,16. Para ficar mais fácil de entender, no período de 4 meses em que o bitcoin teve aumento de 30%, o ouro teve um aumento de apenas 13%, enquanto a prata e o petróleo sofreram quedas de 14% e 70% respectivamente.

Maio foi o mês que trouxe as mudanças mais bruscas para o mercado. Dia 11 houve o terceiro halving do Bitcoin, evento pré-programado para acontecer de 4 em 4 anos, que restringe o número de bitcoins emitidos a cada confirmação de um bloco da blockchain. Naquele mês houve uma queda de 12,5 para 6,25 bitcoins, o que conferiu à moeda mais escassez de mercado, fazendo com que ela seja valorizada.

Maio também trouxe alguns eventos icônicos como a comemoração de 10 anos do Bitcoin Pizza Day e uma movimentação de 50 bitcoins em uma possível conta de Satoshi Nakamoto, considerado por muitos o criador do Bitcoin, que estava desde 2009 sem nenhuma movimentação!

O Bitcoin Pizza Day é um marco histórico dos criptoativos pois foi a primeira vez que a moeda foi de fato usada como meio de compra para um produto, quando um programador chamado Laszlo Hanyecz, ofereceu 10 mil BTC em troca de 2 pizzas, o que equivaleria aproximadamente R$ 518,1 milhões atualmente. O que é mais bizarro, duas pizzas por mais de R$500 milhões ou movimentar uma conta com 50 bitcoins após 11 anos parada?

Falando em bizarrices, quem lembra quando o Twitter teve uma falha de segurança e em julho deste ano vários hackers usaram a rede social para roubar bitcoins dos maiores bilionários do mundo como Ellon Musk e Bill Gates?

Já em outubro, a China iniciou os testes da sua nova modalidade de ativos virtuais, o yuan digital e foi comemorado o 12º aniversário do white paper do Bitcoin!

Os últimos meses de 2020 foram os mais marcantes e definitivamente trouxeram uma atmosfera positiva para os investidores e os holders. Em novembro o bitcoin alcançou o seu maior preço de toda a história da criptomoeda, superando US$ 20 mil. E em dezembro, a cripto Ethereum 2.0 finalmente  entrou em operação e lançaram a Fase 0, tendo alguns problemas ainda para serem corrigidos.

Dois dias antes do Natal, reguladores americanos abriram um processo contra a Ripple, pelo que consideraram uma emissão ilegal da XRP. E como se não fosse suficiente, faltando 5 dias para terminar o ano o Bitcoin bateu seu recorde novamente, com um preço histórico de R$ 150 mil!

Só essas mudanças estão boas ou quer mais? Se você está começando agora a entender mais sobre este setor vai ter a sensação que 1 ano das criptomoedas equivalem à 5anos de uma vida normal, então se prepare para mais 1 ano intenso de disrupções poderosas para 2021!

Bitcoin em 2021, vale a pena investir?

Se você ainda está em dúvida se deve ou não investir em Bitcoin em 2021, continue lendo este artigo que eu te explico por que vale a pena sim apostar suas fichas em criptoativos para o próximo ano!

Você provavelmente já entendeu que o Bitcoin é uma forte tendência em crescimento, mas você entende o porquê? Por que realmente vale a pena fazer este investimento?

Há alguns pontos fundamentais que tornam este tipo de ativo extremamente atraente aos olhos do público, vamos entendê-los melhor agora.

  • Adesão do Bitcoin só aumenta
  • Mudanças no setor financeiro foram potencializadas pela pandemia
  • Maior segurança e rapidez nas transações
  • Alta volatilidade que protege contra inflação e demais riscos de ativos conservadores

Primeiramente é importante que você entenda que, como o Bitcoin é um movimento no setor financeiro relativamente recente, pode parecer que ele ainda não é um sistema muito aderido pela sociedade. É aqui que está o erro. Ele ainda não alcançou o seu potencial total na sociedade, mas está caminhando a passos largos para isso, uma vez que o número de usuários, bem como de grandes investidores, adeptos das criptomoedas só vem aumentando.  

Além disso, a pandemia inseriu um contexto na sociedade de minimizar ao máximo o contato físico e otimizar o espaço e tempo das pessoas. Com isso, uma série de mudanças na forma como nos relacionamos com o dinheiro foram implantadas e mais pessoas foram se identificando com a proposta que as criptomoedas trazem, que é a  descentralização financeira.

Também, a recente valorização do Bitcoin veio como uma consequência das ações que os governos tomaram para conter os efeitos da pandemia nas respectivas economias. Com uma onda de estímulos fiscais e monetários, as pessoas estão em busca de ativos de risco para investirem, ou menos conservadores que uma caderneta de poupança, por exemplo. É uma maneira que a população encontrou de se resguardar contra a alta inflação e desvalorização das moedas fiduciárias (ou nacionais).

Por isso entende-se que o investimento em criptoativos é mais seguro e vem se firmando como uma forte tendência para 2021. À medida que mais pessoas e instituições se identificam com essa tendência, mais forte se torna a consciência das mesmas sobre a proposta de valor descentralizada dos criptoativos e mais pessoas vão aderindo ao Bitcoin, gerando um ciclo contínuo de aquecimento da estrutura financeira.

Quais são as previsões do Bitcoin?

Como você já deve saber, prever o comportamento do Bitcoin é uma ciência imperfeita, pois a moeda conta com uma volatilidade muito alta, estando sujeita a alterações bruscas em curtos espaços de tempo. No entanto, é possível sim analisar alguns fatores que impactam diretamente no preço do Bitcoin e contar com estimativas bem reais para planejar seus investimentos em 2021.

Em termos de previsão do preço há diversas vertentes que você encontrará entre os especialistas, pois, como já foi dito antes, o comportamento da moeda é muito volátil e conta com alterações bruscas. Sean Stein Smith, um professor da Universidade de Nova Iorque, acredita que o Bitcoin fechará 2021 acima de US$ 30mil, o equivalente a mais de R$153 mil, com a cotação atual do dólar. Para Smith, fez mais sentido esta previsão conservadora pois ele acredita que os preços não sobem para sempre, e que futuramente a tendência é estabilizar.

Já a previsão do diretor administrativo do Citibank, Tom Fitzpatrick,  é bem mais otimista! O especialista acredita que o preço do Bitcoin pode chegar a mais de US$ 318.000 em 2021! O expert chegou até a comparar o momento com o mercado de ouro dos anos 1970, pois o movimento acontece em um macroambiente incerto, assim como oque nós estamos vivenciando hoje. Além disso, ainda em 2020 houve um aumento da procura do Bitcoin como reserva de valor, pela sua escassez de mercado e maior acessibilidade que outros ativos escassos, por exemplo.

O nosso CEO, José Artur, também fez suas previsões para 2021 e acredita que esta alta que o Bitcoin vive atualmente é mais saudável do que a que ocorreu em 2017.  "O fato de assistirmos investidores qualificados e empresas como Microstrategy entrando neste mercado com objetivos de longo prazo é um indício de que este aumento recente do preço do BTC não é uma bolha, mas sim o reconhecimento do valor de um ativo resiliente e anti-frágil".

De uma forma geral, o consenso entre os especialistas é que os movimentos no mercado dos criptoativos estão prolongados, e as altas da moeda BTC estão mais vagarosas, e devem durar até 2022.

É certo que há ainda algumas incógnitas em relação ao universo financeiro que não estão claras para todo mundo, e que dependem diretamente de como a economia global será em um cenário pós pandemia. Mas, até então, podemos dizer que as previsões estão favoráveis e o investimento em Bitcoin está se firmando como uma solução cada vez mais forte para as pessoas.

O Halving do Bitcoin e a influência no preço

O Halving é um importante evento que acontece no universo dos criptoativos que impacta diretamente no preço no Bitcoin. Vamos entender melhor esse fenômeno para você se preparar e garantir a melhor estratégia enquanto seus efeitos repercutem no preço da moeda.

Uma das características mais fortes do Bitcoin é sua escassez no mercado. Diferentemente das moedas convencionais, cujo controle de emissão é feito por algum governo, o Bitcoin precisou encontrar uma maneira de limitar a emissão das moedas digitais de modo que ainda fosse uma solução descentralizada, compatível com a proposta de valor do ativo. Assim, foi desenvolvido o halving, que traduzido do inglês significa “cortar pela metade”, um evento inscrito no algorítimo do bitcoin, pré-programado para acontecer aproximadamente de 4 em 4 anos e controlar a emissão de novas moedas digitais no processo de mineração. Quando acontece o halving, o que diminui pela metade é a recompensa, em bitcoins, paga aos mineradores por cada bloco minerado (ou validado).

Em outras palavras, a oferta de bitcoins no mercado cairá pela metade. Seguindo a regra básica de oferta e demanda de mercado, quando ocorre o halving, a oferta cai, o preço da moeda sobe e tende a se manter elevado pelos próximos 6 a 16 meses. Se olharmos para o halving de 2016 por exemplo, fica claro este comportamento de alta da moeda, uma vez que o Bitcoin atingiu sua máxima histórica em dezembro de 2017, quase 12 meses depois do seu segundo halving.

Desde a criação do Bitcoin, a moeda já sofreu 3 halvings, tendo o último acontecido em maio deste ano, e a emissão de bitcoins caiu de 12,5 para 6,25 a cada 10 minutos, tempo necessário aproximado para encontrar o código que valida um novo bloco de transações na blockchain.

A cada halving, o Bitcoin aumentou o seu preço significativamente. Observe no gráfico abaixo o comportamento da moeda nos últimos halvings, em 2012 e 2016.

bitcoin-halvings

Após o halving de 2020, o preço do Bitcoin que estava em torno de US$8.826,81 aumentou muito e segue até hoje em um movimento de alta no mercado, estando valendo US$ 26.862,70, até o momento de publicação deste artigo.

O aumento da aceitação do Bitcoin por grandes investidores

Assim como foi dito anteriormente, estamos presenciando um movimento de maior aderência aos criptoativos por parte das instituições financeiras e dos grandes players de mercado.

É importante que estes grandes players acompanhem o mercado pois eles carregam consigo grande poder de influencia e conseguem exigir certas mudanças que podem ser muito benéficas para o investidor e, de certa forma, pressionar as empresas para aderirem às criptomoedas cada vez mais. Mais opções de investimento, serviços melhores e adaptados, mais confiabilidade e regulamentações mais claras. Tudo isso contribui para que futuramente o Bitcoin seja aceito como moeda de troca por outras mercadorias e incluído nas transações e comércios rotineiros.

Em maio deste ano, por exemplo, o maior banco de varejo dos EUA, JP Morgan, anunciou que começará a processar transações em cripto e fornecerá serviços bancários para 2 grandes corretoras cripto americanas, a Gemini e a Coinbase. E ainda estão pensando em criar sua própria criptomoeda ligada ao dólar americano, a JPM Coin. A mesma coisa aconteceu com o grupo financeiro americano Goldman Sachs, que de 2018 pra cá vem implementando mudanças a favor da tecnologia do bitcoin.

O mais engraçado dessa história é que tanto o JP Morgan quanto o Goldman Sachs eram instituições que posicionavam-se abertamente contra as criptomoedas e já deram diversas manifestações repudiando as moedas digitais. Desde 2018 este posicionamento vem mudando drasticamente e as entidades reconheceram a força revolucionária da tecnologia blockchain.

O mesmo vem acontecendo em vários lugares do mundo. A União Europeia, sobretudo a Alemanha, caminha em direção à aprovação da comercialização de bitcoins por bancos tradicionais, decisão deve ser finalizada em 2021. Bancos privados da Suiça, como o Julius Baer e Barclays, presentes em mais de 20 países, passaram a oferecer este ano serviços de custódia e comercialização das moedas digitais.  

Vários países caminham para a produção da sua própria moeda digital por seus respectivos Bancos Centrais. Nações gigantes como a China, Japão, Canadá, Suiça, Ucrânia, Reino Unido e Noruega já estão bem perto de regulamentar as suas moedas digitais. Ou seja, vem coisa grande por aí!

O Brasil não está muito atrás, apesar de ainda não vermos uma movimentação específica do Banco Central para a emissão de uma moeda digital brasileira, bancos como Citi, Santander e HSBC já estão estudando maneiras de se introduzirem no universo cripto. Acredito que não estejam muito longe de encontrar essa solução.

As escolhas dos governos na pandemia enfraqueceram as suas moedas

Não é muito difícil entender o que aconteceu com a economia global durante a pandemia do Coronavírus. Os países se viram obrigados a fechar suas fronteiras e o mercado de exportação e importação foi diretamente afetado, causando uma retração na economia global de uma forma geral.

A Zona do Euro seguiu as recomendações de Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE) e, cada país de acordo com suas políticas fiscais, inseriram estímulos monetários para que a população e o comércio interno não fossem à falência e, de certa forma, manter o dinheiro circulando dentro dos países.

O movimento geral é de aumento da volatilidade das moedas. Países que demoraram a implementar ações de contenção do Covid-19 foram os mais prejudicados. O Reino Unido por exemplo, teve um enfraquecimento da libra esterlina. Já o dólar americano e o euro foram valorizados em comparação com o real.

Soma-se a isso as pessoas que perderam seus empregos ou tiveram redução de salário, que agora estão em busca de recolocação no mercado ou recorreram às modalidades de empregos informais. Tudo isso resulta em uma recessão da economia, dificuldade ou nenhum crescimento do PIB, diminuição da população economicamente ativa e consequentemente da circulação de bens dentro de um país.

As perspectivas são justamente utilizar da criatividade para encontrar soluções realmente inovadoras que possam equilibrar a situação econômica dos países, uma vez que inserir mais dinheiro no mercado iria apenas desvalorizar ainda mais as moedas, enquanto retirar uma parcela do dinheiro de circulação também não faria bem algum, já que as pessoas e empresas estão com dificuldades para pagar as contas e manterem-se funcionando.

Como investir em Bitcoin?

Bom, agora que você já viu por A+B que a adesão do Bitcoin pela sociedade é apenas uma questão de tempo, pois estamos enfrentando diversas situações que apontam a necessidade real de um sistema financeiro descentralizado e que as previsões para a cripto são bem positivas para os próximos anos, está na hora de você dar o primeiro passo agora!

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Atenção: este artigo não é uma recomendação de investimento. Use apenas como um conteúdo para te ajudar a tomar uma decisão. Avalie seus investimentos de acordo com seus próprios critérios, disposição a risco e análises.
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