Previsão Dogecoin 2023: vale a pena investir em DOGE?

O que esperar de DOGE em 2023? Descubra quais são as expectativas e eventos importantes que podem impactar o preço da criptomoeda nesta previsão de Dogecoin.

Equipe Coinext
Última atualização:
1/8/2023

A Dogecoin apresentou um desempenho excepcional em 2020, após o projeto receber apoio do polêmico Elon Musk. O bilionário integrou a Doge em vários projetos de suas empresas, incluindo Tesla e SpaceX, e agora a expectativa é a mesma com relação ao Twitter. Mas afinal, qual a previsão de Dogecoin em 2023?

A DOGE surgiu em 2013, desenvolvida pelos programadores Jackson Palmer e Billy Markus. Foi criada como uma criptomoeda meme em homenagem à imagem da cachorra Kabosu da raça Shiba Inu.

Apesar da falta de pretensão do projeto, a Dogecoin se tornou rapidamente uma das maiores criptos do mercado, figurando em vários momentos entre o top 10 em capitalização. Isso fez com que a Doge se tornasse o meme mais valioso do mundo rapidamente.

Mas será que essa criptomoeda vai entregar bons resultados em 2023? Sabemos que não se pode prever exatamente o futuro de uma criptomoeda, mas podemos analisar o contexto e fundamentos dos ativos para conseguir investir melhor. Confira:

O que aconteceu com o Dogecoin em 2022?

A Dogecoin passou por uma valorização absurda no final de 2020, que foi marcado pelo início do mercado de alta para o Bitcoin e para a maioria das altcoins. Foi neste momento também que Elon Musk passou a twittar constantemente sobre o criptoativo meme.

Esses fatores fizeram DOGE disparar cerca de 180 vezes em um período de 6 meses. Em maio de 2021, a Dogecoin atingiu o seu topo histórico, localizado em R$3,30. Desde então, o criptoativo vem caindo consistentemente de preço, e é negociado 88% abaixo da máxima de mercado.

Gráfico de preço máximo da Dogecoin no par DOGE/BRL
O topo histórico da Dogecoin foi atingido em maio de 2021. Fonte: Google Finanças.

Em 2022, o criptoativo saiu da cotação de R$0,96 e terminou o ano sendo negociado a R$0,37, uma queda de mais de 60% no acumulado

Este movimento da DOGE foi acompanhado também pelo Bitcoin e pela maioria dos tokens do mercado de criptomoedas. Criptoativos estabelecidos, como Cardano (ADA) e Solana (SOL), também apresentaram quedas de cerca de 90% desde o topo do mercado.

O ano de 2022 não foi difícil apenas para as criptomoedas, mas para ativos de renda variável de maneira geral. Ações de empresas estabelecidas, como Amazon, Tesla, Netflix e Meta também caíram mais de 50% nos últimos meses.

Este movimento ocorreu principalmente devido à mudança das políticas monetárias pelos bancos centrais ao redor do mundo. Com o aumento do juros e a pausa na impressão de dinheiro para conter a inflação, os investidores buscaram por opções de investimento mais estáveis, como o mercado de renda fixa.

O ano de 2022 também foi marcado por uma menor influência de Elon Musk sobre o preço do criptoativo. Em várias ocasiões, os tweets e iniciativas de Musk tiveram pouco impacto sobre o preço da meme coin, que seguiu sua trajetória de queda. Este pode ser um movimento positivo para a Doge, que não mais pode ser facilmente manipulada como era no passado. 

Além disso, segundo pesquisa da Dollar Geek, Bitcoin, Dogecoin e Shiba Inu foram as criptomoedas mais pesquisadas durante o ano de 2022, algo que está mostrando a resiliência dos criptoativos baseados em memes.

Segundo o estudo:

“Bitcoin continua sendo a criptomoeda mais popular nos Estados Unidos e em todo o mundo, tendo sido a primeira criptomoeda em uso mais amplo desde seu lançamento em 2009. 

No entanto, suas alternativas, embora menores por uma grande margem, estão ganhando popularidade, ilustrado pelo grande número de buscas por algumas das criptomoedas mais jovens.”

Qual a previsão de Dogecoin para 2023?

Não é possível prever com exatidão o preço de nenhum ativo financeiro. No entanto, é sim possível analisar o mercado de maneira fundamentalista com base em dados e informações. Tendo em mente este fato, vamos ao que 2023 reserva para a meme coin.

Se você acompanha de perto o Bitcoin e o mercado de criptomoedas, já deve ter reparado que este setor vem se comportando de maneira cíclica nos últimos 14 anos. O setor costuma passar por altas e baixas a cada 4 anos, movimento que é sincronizado com um evento conhecido como halving, que é muito importante para o Bitcoin.

Se o mercado se comportar como no passado, o ano de 2023 deve ser um período de estabilização ou mesmo recuperação para a indústria de criptomoedas. Isso se deve em grande parte porque os ativos do setor já passaram por fortes quedas. Logo, o cenário natural é que os criptoativos de valor se recuperem com o passar do tempo.

É sempre melhor comprar ativos com desconto após quedas do que quando o mercado está inflado. Como descreveu o bilionário e grande investidor Warren Buffett: “Compre ao som dos canhões e venda ao som dos violinos”.

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Mas o que a Dogecoin aguarda para 2023? 

Desde setembro de 2022, quando a Ethereum migrou o seu algoritmo de consenso de Proof of Work (Pow) para Proof of Stake (PoS), o DOGE se tornou a maior criptomoeda baseada em PoW depois do Bitcoin.

Esse é certamente um movimento significativo para o criptoativo, que superou gigantes do mercado baseados em PoW, como Litecoin (LTC), Bitcoin Cash (BCH) e Monero (XMR).

No entanto, alguns nomes importantes para o mercado apoiam a ideia de que a Dogecoin migre para o mecanismo de consenso de PoS, como é o caso de Vitalik Buterin, criador do Ethereum.

“Espero que o Zcash mude e espero que o Dogecoin mude para o PoS em breve”, afirmou Buterin.

A compra do Twitter por Elon Musk certamente também deve influenciar positivamente o preço da Dogecoin. Isto porque o bilionário está disposto a transformar a rede social em um “aplicativo de tudo”. Musk pretende fazer isso adicionando ao Twitter serviços financeiros, que provavelmente serão integrados com criptomoedas.

Neste cenário, o Dogecoin tem o potencial de se tornar um ativo muito importante para o Twitter, que é conhecido por ter uma comunidade de criptomoedas forte.

Afinal, vale a pena investir em Dogecoin?

Para tomar uma decisão financeira, é necessário levar em consideração o perfil de investidor, bem como o nível de tolerância a risco e outros fatores. Mas certamente é possível afirmar que o Dogecoin é um ativo de alto risco e volatilidade, como o passado demonstra.

Ao investir em Doge e em outras altcoins, é necessário ter em mente que a maior parte do capital pode ser rapidamente diluído devido à volatilidade do setor.

No entanto, é necessário assumir riscos para ter a chance de obter uma recompensa proporcional. Como demonstrado acima, o preço da Doge saltou mais de 180 vezes em um rápido período de tempo.

Mas como diz um popular ditado dos mercados financeiros, retornos passados não são garantias de retornos futuros. E especialmente para um ativo que já subiu tanto de preço, retornos tão assimétricos são cada vez mais irreais, então não espere que o preço do Doge salte 100 vezes a partir daqui em pouco tempo, pois isto não deve acontecer.

Mas apesar de ter iniciado como um meme em 2013, a Dogecoin é certamente mais do que isto atualmente, sendo um dos criptoativos mais reconhecidos e estabelecidos do setor. No entanto, a associação do token a uma piada da internet certamente deve atrapalhar o seu futuro, visto que isto deve afastar investimentos institucionais.

Mesmo Elon Musk, que é um conhecido apoiador do token, afirma que possui Bitcoin, Ethereum e “um pouco de Doge”, destacando que o criptoativo não é a maior parte do seu portfólio cripto.

A Tesla, atualmente a maior montadora de carros do mundo em capitalização de mercado, realizou a compra de US$1,5 bilhão em BTC em 2021.

Apesar de ter acumulado também dogecoin, a montadora fez isto através da venda de alguns de seus produtos de menor valor. Esse movimento demonstra que nem mesmo Musk e os executivos da Tesla têm interesse em acumular massivamente Doge. 

Apesar da popularidade, a Doge ainda possui baixa liquidez e alta volatilidade, um risco que muitos investidores institucionais e grandes empresas não estão dispostos a assumir.

A Dogecoin pode ser vista também atualmente como uma rede alternativa ao Bitcoin, visto que é um dos poucos protocolos que mantém o algoritmo de PoW. Eventuais problemas na rede BTC devem beneficiar o Doge.

Shiba Inu ou Dogecoin: em qual investir em 2023?

Como destacado acima, a Shiba Inu figurou ao lado da Dogecoin como um dos criptoativos mais pesquisados pelos investidores em 2022. Assim como Doge, Shiba é uma meme coin inspirada em um cachorro da raça Shiba Inu.

Confira nossa análise e previsão de Shiba Inu para 2023.

Diferente da Dogecoin, o Shiba não possui Blockchain própria, sendo um token executado dentro da rede Binance Smart Chain (BSC). Os projetos, apesar dos nomes, são bastante diferentes entre si.

Enquanto a Doge busca ser um dinheiro ponto a ponto descentralizado, a Shiba Inu está associada a vários projetos de um ecossistema, como o Shibarium, exchange descentralizada que deve ser lançada em breve.

Além disso, outros projetos de NFTs e Metaverso compõem o ecossistema Shiba, que também apresentou valorização significativa nos últimos anos.

Tanto Dogecoin quanto Shiba Inu podem apresentar ganhos significativos durante o ano de 2023. Cabe a cada investidor realizar uma análise e tomar uma decisão financeira. 

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