Bitcoin é seguro? Veja como investir de forma segura

Será que Bitcoin é seguro? Assim como todo ativo, precisamos ter alguns cuidados. Veja aqui como investir na criptomoeda mais conhecida sem riscos.

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Equipe Coinext
1/9/2020
Bitcoin é seguro? Veja como investir de forma segura

O Bitcoin se tornou uma opção de investimento muito interessante, atraindo uma grande quantidade de pessoas que nunca tiveram contato com o mercado de ações antes. Mas junto com esse interesse vieram muitas dúvidas, principalmente em relação ao fato de o Bitcoin ser seguro.

Essa é uma dúvida justificável, afinal, o Bitcoin ainda é uma tecnologia muito nova e que gera algumas confusões.

Quem garante que o seu dinheiro não vai ser roubado e o BTC ser hackeado? Ou de onde vem o valor da moeda, já que alguns afirmam que ela não tem lastro?  

Veja o que vamos ver no artigo de hoje:

  • Blockchain
  • Criptografia
  • Quais os riscos deste tipo de investimento?
  • Riscos de comprar em qualquer lugar
  • Volatilidade
  • O governo pode intervir?
  • Lastro do Bitcoin
  • Bitcoin e hackers?
  • Bitcoin é confiável?
  • Quais cuidados precisam ser tomados?
  • Custa caro investir em Bitcoin?

Blockchain

A blockchain, que pode ser traduzida como cadeia de blocos, é o que garante toda a base de funcionamento do Bitcoin e de todas as outras criptomoedas. O principal avanço tecnológico que essa solução trouxe foi a descentralização das informações e da operação de toda a rede.

Essa rede é formada por uma grande número de “nós” que validam operações e recebem bitcoins como recompensa, algo chamado de mineração.  Toda essa estrutura garante que a rede do BTC nunca estará vulnerável a ataques que podem afetar servidores centralizados, como ataques de DDoS (Ataque de Negação de Serviço).

Cada nó na blockchain é parte importante da rede, mas caso um seja desligado, o poder computacional continua sendo garantido pelos outros mineradores ainda conectados. Enquanto existir um nó ativo, a blockchain se mantém.

A descentralização também é uma garantia de que nenhuma transação pode ser desfeita ou manipulada, e que ninguém pode falsificar moedas e nem ao menos usar duas vezes o mesmo Bitcoin.

Em termos de tecnologia, a blockchain do Bitcoin é um dos melhores exemplos de segurança para a proteção de dados e valores. E até hoje há uma equipe que propõe e implementa novos recursos e corrige bugs que são encontrados.

Criptografia

Além da blockchain, a segurança do Bitcoin é garantida pela sua criptografia, que apesar de ter mais de 10 anos de idade, ainda é um grande exemplo de segurança e complexidade. O Bitcoin tem diferentes níveis de criptografia, principalmente uma para a hash (Sha-2) de mineração e uma para as chaves privadas de cada carteira.

Em teoria, caso alguém consiga hackear a criptografia do Bitcoin, o hacker poderia roubar valores ou até mesmo manipular a quantidade de moedas na rede. Mas para se ter uma ideia da segurança do criptoativo, para alguém conseguir realizar um ataque de força bruta à rede do Bitcoin levaria cerca de 300 anos, e custaria mais US$ 480 mil por hora para ser realizado, inviabilizando qualquer tentativa. E isso ainda é uma estimativa otimista, com muitos dizendo que o tempo para um ataque assim seria infinito.

Até mesmo a computação quântica que “poderia quebrar a criptografia do Bitcoin” ainda é uma tecnologia experimental. Quando esse tipo de computador se tornar mais poderoso, os protocolos de segurança do Bitcoin terão evoluído, junto com a sua criptografia, aumentando a dificuldade até mesmo para essa nova forma de computação.

Mas vamos entender com mais calma, o que pode ser compreendido como um risco do investimento na moeda e se ele é um risco válido ou não.

 Quais os riscos deste tipo de investimento?

É importante falarmos sobre alguns possíveis riscos do investimento, que com certeza passam pela cabeça de todo investidor. De maneira geral, existem os riscos relacionados ao Bitcoin que são inerentes a qualquer tipo de investimento, como o risco de não obter o retorno esperado, ou de realizar uma operação no momento errado. 

Este risco está justamente relacionado à oscilação do mercado e uma entrada em um mau momento. 

Por exemplo: quem comprou o Bitcoin em sua alta história em 2017 e 2021 correu o risco de não conseguir obter o lucro desejado ainda, e aguarda uma nova valorização da moeda. No entanto, no momento em que atualizo este artigo, em julho de 2021, seria o momento mais recomendável para entrar no mercado, uma vez que a moeda está em baixa, e muito provavelmente voltará a se valorizar com o passar do tempo. O risco de investir no Bitcoin, como é possível notar, muitas vezes reflete o erro do investidor.

A criptomoeda também depende do interesse do público em comprá-la, por isso há uma chance, mesmo que remota, de perder o valor no futuro. Assim como qualquer outro ativo ou investimento, pois tudo está passível de se tornar obsoleto ou perder o interesse do público, à medida que a sociedade vai se reinventando e criando novas oportunidades.

Outro risco que deve ser mencionado é a possibilidade de manipulação dos preços. Grandes entidades com muitas quantidades de BTC podem despejar moedas no mercado ou comprar uma grande quantidade para que o preço suba ou desça. Muitos investidores alertam para o comportamento manipulador de Elon Musk, CEO da Tesla e da Space X, que também é um grande admirador de criptomoedas.

Frequentemente o bilionário, que é um dos homens mais ricos do mundo, movimenta suas redes sociais e causa alvoroço no universo cripto. É importante manter-se atento a comportamentos como estes e ter a maldade de perceber quando a empresa, ou personalidade influente, pode estar manipulando o mercado.

No entanto, recentemente isso vem se tornando mais difícil, com o quanto o mercado está diluído em diferentes níveis, com menos “baleias” tentando manipular o mercado.  

Abaixo vamos discutir alguns outros riscos que podem passar pela cabeça do investidor e que são necessários esclarecimentos para que você tenha, cada vez mais, conhecimento e fundamentos para entender a segurança do Bitcoin.

Riscos de comprar em qualquer lugar

Outro grande risco, que também vem do investidor, é não buscar opções seguras para comprar o Bitcoin. Como em todo setor de sucesso, no criptomercado também há muitos golpistas que podem se aproveitar das pessoas com menos atenção ou conhecimento.

Os golpes mais comuns acontecem no mercado P2P, peer-to-peer, ou ponto a ponto. Neste modelo de trade, os investidores negociam diretamente uns com os outros, sem o intermédio de uma corretora. É um modelo mais arriscado, pois não existe nada que garante que você realmente receberá o dinheiro, quando repassar suas criptomoedas. É muito comum, por exemplo, acontecer de uma pessoa pagar por uma certa quantidade em bitcoins, mas não receber as moedas que comprou. Há também os golpes realizados com exchanges falsas, que se passam por um serviço real, mas nunca retornam os clientes após um depósito ser realizado.

Por isso, o mais indicado é que você procure uma corretora, ou exchange, especializada em criptomoedas, séria e de confiança, como a Coinext. Dessa forma, além de você ter garantia que sempre receberá o seu dinheiro, ou criptomoedas, em qualquer tipo de operação, você ainda conta com o nosso suporte humanizado, podendo tirar dúvidas e esclarecer pontos diversos no nosso chat no site.

Volatilidade 

A volatilidade é uma característica intrínseca às criptomoedas, é a propriedade das criptos que lhes confere a capacidade de oscilar seu preço muito, em um curto intervalo de tempo. Por exemplo, é por causa desta característica que o Bitcoin consegue amanhecer o dia valendo US$35 mil e em poucas horas atingir a cotação de US$40 mil. 

Ao mesmo tempo em que é considerada um fator de risco, também é por meio dela que os traders conseguem lucrar nas operações. Da mesma forma que a variação percentual pode ser negativa, ela também pode ser uma valorização da moeda. Ou seja, o risco é para ambos os lados, tanto do lucro quanto do prejuízo. 

Diversas operações de trade que visam o curto e curtíssimo prazo, contam e precisam desta volatilidade acentuada das criptomoedas para lucrarem. Operações como o Day Trade e o Scalping Trade, retiram seus lucros exatamente das variações da cotação que as moedas sofrem em algumas horas, ou até minutos. São operações que funcionam bem melhor no cripto mercado por conta da volatilidade, em outros modelos de investimentos, como ações ou fundos, tais lucros em curto e curtíssimo prazo não são possíveis, e as operações não são replicáveis.

O governo pode intervir?

Muitas pessoas se perguntam se o governo brasileiro poderia começar a intervir no regimento das criptomoedas ou mesmo implementar legislações que possam influenciar no fluxo do mercado. Principalmente depois que o governo anunciou que está dando os primeiros passos em direção a criação do Real Digital. A verdade é que já existe uma lei que regula, em termos básicos, as criptomoedas e empresas do setor no Brasil, é a Instrução Normativa nº 1888, promulgada em outubro de 2017. 

Existem divergências nas opiniões até mesmo do legislativo, pois muitos afirmam que a lei não chega a ser nem mesmo uma regulamentação dos criptoativos, mas sim apenas uma obrigação secundária, criada sem a participação do congresso. De maneira bem resumida, a norma é mais voltada para regularizar declarações à Receita Federal, tanto por parte da própria exchange, ou corretora, quanto por parte dos investidores. 

No caso da corretora, é necessário declarar as movimentações de seus clientes, e no caso dos investidores, é preciso declarar a sua renda na ficha de Bens e direitos quando se tem vendas, ou moedas, num valor acima de R$ 35 mil mensais.  Transações fora da corretora, feitas pelo modelo P2P, também devem ser declaradas pelo investidor pessoa física. 

Fora isso, até então não existem outras leis ou normas que permitem a interferência do governo brasileiro no criptomercado. Aqueles que temem que o governo possa “desligar” o Bitcoin, podem ficar tranquilos, pois o mesmo não tem autoridade, nem meios, para tal ato. Uma vez que a moeda tem curso livre e independente de qualquer órgão público, não seria possível desligar ou interromper a blockchain. 

Lastro do Bitcoin 

O lastro financeiro é simplesmente um meio de estabelecer uma garantia implícita de valor para diferentes ativos, como as moedas fiduciárias, o ouro, fundos de investimentos e etc. O dólar, por exemplo, durante muitos anos foi lastreado ao ouro, até que se tornou uma das moedas de maior adesão no mundo e passou a não precisar mais dessa garantia. 

Porém, no caso das criptomoedas é um pouco diferente pois, com exceção das stablecoins, que são criptomoedas que possuem fundamentalmente lastro em alguma moeda fiat, as demais não são lastreadas a nenhum outro ativo ou bem de valor. 

Mas então, se o Bitcoin não possui lastro, o que garante que ele é seguro e realmente possui o seu valor intrínseco? 

Todo o funcionamento da moeda, suas principais características e suas propriedades garantem o seu valor de mercado. O principal ponto que garante o valor do Bitcoin é a lei de mercado de Oferta e Demanda. Para que um produto ou serviço possua valor, é necessário que existam pessoas ou empresas interessadas em adquirir tal produto ou serviço. Ou seja, a demanda causa a oferta. Sendo assim, os investidores e empresas interessados em negociar o Bitcoin são os principais responsáveis pela construção de seu valor de mercado. 

Neste sentido, a adesão da moeda na sociedade e a utilização de sua tecnologia blockchain para descentralizar demais serviços e processos por parte das empresas, também contribuem para trazer cada vez mais valor à moeda.  Isso também pode ser explicado pela aceitação no mercado do Bitcoin, quando falamos sobre a aceitação da moeda nas grandes bolsas de negociações e no mercado P2P.

Além disso, existe também o halving, processo pelo qual a recompensa paga aos mineradores de Bitcoin é cortada pela metade a cada 4 anos aproximadamente. Tudo isso ajuda a manter as características do Bitcoin de ser um bem de valor escasso e deflacionário, ou seja, ele só tende a se valorizar com o passar do tempo.

Bitcoin e os hackers

Também é comum investidores recém entrados no mercado ficarem confusos quanto à segurança cibernética da blockchain e do Bitcoin. Afinal, como uma moeda que possui funcionamento exclusivamente no ambiente digital pode ser segura contra ataques hackers? 

A resposta é simples: toda a segurança do Bitcoin, e demais criptomoedas, se deve ao seu modelo 100% descentralizado. Como explicamos no tópico da blockchain, ele funciona como uma super rede mundial de computadores, na qual cada nó, ou servidor de sua rede, possui uma parte de seu código-fonte aberto. 

Ou seja, cada um desses servidores detêm uma parte de sua blockchain e para hackear seria necessário que o hacker possuísse, no mínimo, 51% dos servidores. Seria necessário que ele detivesse mais da metade dos computadores do mundo inteiro que rodam a blockchain, o que é praticamente impossível de ser feito.

Desde a sua criação, nunca foi registrado qualquer tentativa bem sucedida de invasão na blockchain do Bitcoin. Além disso,  a moeda conta com o mais aprimorado sistema de criptografia, que inclusive é o mesmo utilizado por agências do serviço secreto do governo dos Estados Unidos. 

O cuidado que deve ser tomado, não apenas pelos investidores de Bitcoin mas sim por qualquer usuário da internet é com os ataques phishing, os mais famosos tipos de ataques cibernéticos.

Basicamente, o hacker busca algum meio de invadir seu computador pessoal em busca de informações privadas e valiosas. Geralmente é feito com o envio de algum link malicioso, que pode passar despercebido pelo dono do computador, que ao clicar no mesmo acaba “permitindo” que o hacker acesse seu computador. Portanto, tome cuidado ao armazenar suas senhas e logins, e até mesmo a sua chave privada, caso você armazene seus bitcoins em carteiras virtuais.

Como funciona o investimento em Bitcoin?

Existem diferentes estratégias para investir, com ganhos no curto, médio e longo prazo e é seguro investir no Bitcoin de diferentes maneiras. Mas para começar é preciso comprar as suas primeiras moedas.

A melhor forma de fazer isso, garantindo segurança e praticidade, com certeza é através das corretoras. Com a Coinext você pode comprar Bitcoins e outros criptomoedas com total segurança e pode aproveitar as melhores taxas do mercado.

Além disso, você pode aprender muito mais sobre como investir em Bitcoin com nossos conteúdos educacionais.

Bitcoin é confiável?

Por fim, podemos ter a certeza de que o Bitcoin é seguro e confiável, já que ele traz em seus conceitos fundamentais todos os pilares para ser um projeto resiliente. Em seus mais de 10 anos o Bitcoin se mostrou uma forma de guardar valores, sem que hackers ou entidades ameaçassem as moedas dos investidores.

O BTC também é uma moeda que é movida apenas pela regra de oferta e demanda, a principal base para o mercado. Com isso, nenhuma entidade pode confiscar, censurar ou fraudar o Bitcoin.

Quais cuidados precisam ser tomados?

Os cuidados a serem tomados com o Bitcoin são os mesmos que você tomaria com o seu dinheiro.

  • Não comprar Bitcoin de fontes suspeitas

Confie apenas em corretoras reconhecidas ou então em pessoas no mercado P2P com avaliações em grupos e nas redes sociais. Ainda assim, o modelo de negociação P2P, não é o mais indicado para aqueles que buscam segurança em primeiro lugar.

Também não venda as suas criptomoedas ou transferia para qualquer pessoa em qualquer plataforma.

  • Desconfie de promessas tentadoras

Sempre desconfie de quem promete multiplicar seus Bitcoins, vira e mexe aparece alguma plataforma que promete pegar suas moedas e multiplicá-las por meio de algoritmos ou robôs de arbitragem. Desconfie sempre dessas plataformas e pesquise muito antes de qualquer investimento. 

Um dos modelos de golpe mais conhecido neste estilo são os famosos esquemas de pirâmide, na qual as pessoas, vítimas do golpe, são atraídas com as falsas promessas de lucro garantido. Fique atento a toda e qualquer proposta que garanta lucros exorbitantes e que solicite a indicação do esquema para outras pessoas.

  • Confie apenas em carteiras e corretoras reconhecidas

Use apenas carteiras ou corretoras que são reconhecidas por sua segurança e que não tenham histórico de terem sido hackeadas sem uma solução rápida. Nunca informe sua frase de acesso a ninguém e sempre guarde essa informação em um local seguro, durável e que não se perca.

Custa caro investir em Bitcoin?

A grande maravilha do Bitcoin é que ele te dá a possibilidade de investir exatamente a quantia que você deseja, sem a necessidade de se adquirir um Bitcoin inteiro, como ocorre no mercado de ações. Muita gente se assusta com o alto valor de mercado da moeda, acreditando que para investir é necessário comprar uma unidade inteira de Bitcoin. 

Se você optar por investir em Bitcoin por uma corretora, o único pré-requisito é que você aporte o valor mínimo estipulado por ela. Aqui na Coinext, você consegue investir a partir de R$25,00, que é o nosso valor mínimo. Sendo assim, você tem total liberdade para alocar quanto quiser e adquirir a quantidade de bitcoins proporcional ao seu investimento. 

Por exemplo: se você quer investir R$50,00, é como se você comprasse a quantidade em bitcoins que é equivalente a este valor.  Dessa forma, toda valorização, ou desvalorização que a moeda sofrer, você receberá proporcional ao valor que você aportou, e participa do mercado da mesma forma que quem compra 1 bitcoin inteiro. 

Quer um exemplo na prática? Então vamos lá.

Considerando a atual cotação do Bitcoin, de US$30 mil, ou aproximadamente R$160 mil, a investidora Ana decidiu que queria fazer um aporte de R$100, ou seja, ela comprou R$100 em bitcoins.  Como saber quantas unidades de bitcoin ela possui? 

A conta é uma simples regra de três, na qual 1 bitcoin equivale à sua cotação atual, no nosso caso, R$160 mil. Como Ana investiu R$100, o x da questão é quanto isso representa em unidades de btc. 

1 BTC --------- 160 mil (substitua esse valor pela cotação atual da moeda)
x BTC --------- 100 

Sendo assim, multiplicando cruzado e isolando o X da questão, temos: 

x = 100/160.000 
x = 0,000625

De maneira resumida, basta você dividir o valor de seu aporte pelo valor da cotação atual da moeda.

E agora, para compreender a valorização da moeda, basta pensar: se a moeda se valorizou 5% durante o dia, seu investimento inicial também valorizará 5%. 

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Entenda também quanto vale um Bitcoin e como se dá a construção do valor de mercado do Bitcoin!

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Essas análises são de responsabilidade da Mercurius e não são uma recomendação de investimento.
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