O que é Web 3.0? Saiba o que muda na nova era da internet

O que é Web 3.0? Esse conceito inovador já é uma realidade e tende a transformar a forma em que nos relacionados com a internet e a tecnologia. Entenda!

Equipe Coinext
7/6/2022
O que é Web 3.0? Saiba o que muda na nova era da internet
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A Web 3.0 é uma nova geração da internet que dá ao usuário mais controle e privacidade sobre seus próprios dados e seu conteúdo digital.

Apesar de recente e ainda em construção, já é possível ter um vislumbre de como a web do futuro será: Criptomoedas, Metaversos e NFTs são alguns exemplos dos novos usos que a próxima geração da internet tem a oferecer. Esses recursos estão sendo utilizados neste momento e mostram que o próximo passo para o futuro da rede mundial já está sendo dado.

Neste artigo, você fica sabendo tudo sobre como a Web 3.0 está revolucionando o modo como usamos a internet e nos relacionamos online e qual seu impacto para a economia digital. Confira o que você irá aprender com este conteúdo:

  • O que é Web 3.0?
  • A evolução da internet: Web 1.0, Web 2.0 e Web 3.0
  • O que muda entre Web 2.0 e Web 3.0?
  • Como será a internet descentralizada do futuro?
  • Qual a relação entre Web 3.0 e criptomoedas?
  • Quais são as criptomoedas da Web 3.0?

O que é Web 3.0?

Apesar de ainda não haver um único conceito bem definido, podemos dizer que Web 3.0 é o nome que está sendo utilizado para se referir a um conjunto de novas ferramentas, tecnologias e serviços que estão transformando a internet em um ambiente cada vez mais descentralizado, aberto, interativo e focado no usuário.

Descentralizar a web significa tirar das mãos de poucas entidades e big techs o controle sobre a informação a internet e colocá-lo nas mãos das próprias pessoas. Assim, cada indivíduo será de fato dono de seus próprios dados e poderá contar com maior privacidade.

Esse é um conceito importante dentro das discussões sobre privacidade de dados, que ganharam força a partir de escândalos envolvendo a exposição de informações sobre usuários de redes sociais e de como os anúncios direcionados dentro de aplicativos influenciam nossas escolhas e consumo.

Em decorrência desses questionamentos, a ideia por trás da Web 3.0 é criar um ambiente digital que seja mais transparente e benéfico ao usuário, e que devolva a ele o controle sobre seu conteúdo, oferecendo ainda mais possibilidades de uso para o mundo virtual. 

Para entender bem o que é Web 3.0 e qual seu diferencial, é preciso conhecer bem como foram seus antecessores:

A evolução da internet: Web 1.0, Web 2.0 e Web 3.0

Na história da humanidade, cada período histórico é dividido de acordo com tendências, pensamentos e paradigmas específicos que marcaram cada fase da vida humana. E com a história da internet não é muito diferente.

O conceito de Web 1.0, 2.0 e 3.0 é definido de acordo com os modelos de ferramentas, protocolos e casos de uso da internet que compartilham características em comum.

São justamente os momentos de ruptura dessas tendências os períodos que marcam um novo estágio da Web, daí a divisão em Web 1.0, Web 2.0 e Web 3.0. Veja a seguir o que marca cada uma dessas etapas:

Web 1.0

A Web 1.0 é tradicionalmente considerada a primeira geração da rede mundial. Entre os anos 90 e início dos anos 2000, a maioria das páginas eram estáticas, ou seja, praticamente não havia formas de interação entre criador e consumidor de conteúdo. 

Os usuários consumiam informação de forma passiva, de modo semelhante à leitura de um jornal ou revista, só que na tela do computador.

Essa época é marcada pelas enciclopédias online e por sites informativos, com mais texto do que imagens e estética duvidosa, em sua maioria criados por empresas ou veículos de imprensa que visavam difundir informações.

Web 2.0

A Web 2.0 é a internet como a conhecemos hoje e com a qual estamos mais familiarizados. Ela surgiu por volta dos anos 2000, quando foram desenvolvidos novos casos de uso para a rede além da busca por informações.

Os usuários deixaram de ser consumidores passivos e passaram a ter mais espaço para criar seu próprio conteúdo, interagir entre si e com os novos serviços. Essa é a era das redes sociais, fóruns de bate-papo, compras online e streaming.

Embora tenha aberto a internet para maior interação, acessibilidade e diversidade de utilidades, a Web 2.0 é dominada por serviços centralizados, controlados por poucas corporações que sabem tudo sobre nós: nosso perfil, o conteúdo que consumimos e nossas preferências.

As empresas começaram a coletar e armazenar esses dados, que enviamos de forma consciente ou nem tanto para sua base de dados, e monetizar a partir dela. Como consequência, a Web 2.0 está repleta de anúncios direcionados, voltados exatamente para aquele usuário.

Web 3.0

Enquanto a Web 1.0 é sobre informação e a Web 2.0 sobre interação, a Web 3.0 promete unir tudo o que a internet já tem de melhor de forma descentralizada e voltada para o usuário, que deixará de ser o produto para ser dono das próprias informações.

A partir das redes P2P, de pessoa para pessoa, pretende-se expandir a base da internet que foi construída até agora, possibilitando mais liberdade e privacidade no envio e armazenamento de informações, que deixarão de ser controladas por um único intermediário ou entidade central.

Essas redes são alimentadas por um sistema de incentivo e por uma governança descentralizada, que devolvem o controle às mãos dos usuários.

Como resultado, os mecanismos de busca, redes sociais, marketplaces e demais serviços serão construídos na Blockchain. Qualquer pessoa poderá participar e verificar os dados contidos nesses serviços quando bem entender e até ser recompensada financeiramente por isso. Basta ter uma carteira digital e se conectar à Blockchain.

Muitos afirmam que estamos passando por um momento de transição entre Web 2.0 e Web 3.0. Embora já existam alguns aplicativos e moedas da Web 3.0, só veremos seu verdadeiro potencial quando a maior parte dos websites e serviços rodando na internet adotarem uma infraestrutura descentralizada.

O que muda entre Web 2.0 e Web 3.0?

Como vimos, a Web 2.0 se tornou muito centralizada e o modelo de internet seguido hoje impede maiores avanços em prol da conectividade, autonomia e benefícios dos usuários. Por isso é tão relevante o desenvolvimento de tecnologias que quebrem esse paradigma.

A descentralização é sem dúvida o maior divisor entre esses dois modelos de Web. A partir de redes públicas, seguras e autogovernadas, é possível navegar com mais privacidade e garantir que big techs e intermediários só terão acesso aos nossos dados quando e se nós permitirmos.

Como será a internet descentralizada do futuro?

Nesse momento, você pode estar se perguntando: mas se não há uma instituição central no controle, o que garante a estabilidade dessa nova web?

Para garantir o bom funcionamento de uma rede descentralizada e estável, os desenvolvedores de serviço da Web 3.0 são incentivados financeiramente com tokens. Assim, produtores acabam competindo entre si para continuar oferecendo conteúdo de qualidade, o que fomenta o ecossistema para que ele continue crescendo.

Veja alguns exemplos de como isso já está sendo aplicado na prática:

  • Rede descentralizada de internet sem fio Helium: Por meio da Blockchain, a Helium permite que aparelhos de todo o mundo se conectem à internet sem a necessidade de intermediários, pois os próprios usuários proveem a disponibilidade de sinal em troca de recompensas em criptomoedas HNT.
  • The Graph, o “Google das criptomoedas”: o The Graph coleta, analisa, armazena e organiza dados de Blockchains para facilitar a pesquisa de informações por parte dos usuários. Dentro dessa rede, o token GRT é usado para cobrança das taxas de consulta e recompensa os indexadores por incluir os melhores conteúdos para os usuários.

Com seu amadurecimento, poderão surgir várias outras vantagens para os usuários em termos de experiência virtual: múltiplos serviços digitalizados por meio de DApps, Metaversos interconectados, conexão de aparelhos do mundo físico à Internet das Coisas com mais eficiência, promovendo a praticidade de atividades básicas do cotidiano e até mesmo a segurança pessoal, games mais realistas para ganhar criptomoedas jogando.

Em resumo, o mundo físico cada vez mais terá que se adaptar ao mundo virtual, não mais o contrário, enquanto as pessoas vão poder se conectar de forma direta, sem enriquecer intermediários e temer que seus dados sejam manipulados por grandes corporações.

web 3.0

Qual a relação entre Web 3.0 e criptomoedas?

A relação entre Web 3.0 e criptomoedas é muito estreita, por conta da tecnologia por trás desses dois conceitos: a Blockchain. Essa é a base do funcionamento dos criptoativos e um dos principais impulsionadores da Web 3.0.

A tecnologia Blockchain

A Blockchain funciona como uma rede de computadores interligados, distribuindo as informações entre eles de forma que os dados fiquem guardados de maneira descentralizada. 

Ou seja, as informações não estão concentradas em um único banco de dados central, nem dependem da aprovação de uma instituição tradicional para serem incluídas, tornando praticamente impossível excluir ou adulterar qualquer informação.

Tudo isso é feito de forma pública e criptografada, o que garante segurança e confiabilidade às informações.

Por meio da Blockchain, protocolos e demais ferramentas, a Web 3.0 pretende descentralizar a forma como nos relacionamos com a informação e como nossos dados são manejados. Já as criptomoedas são o principal recurso para incentivar esse objetivo, funcionando como uma moeda de troca dentro desse ambiente digital. Veja alguns exemplos:

Metaversos e NFTs

A tecnologia Blockchain, em especial os NFTs e as moedas do Metaverso, permitem a participação das pessoas nesse novo ambiente virtual. 

Os metaversos são universos digitais 3D, potencializados por tecnologias de realidade virtual aumentada, nos quais é possível socializar, negociar itens e terrenos, jogar e muito mais.

Saiba mais sobre Metaverso e o futuro cripto no vídeo abaixo:

Quais são as criptomoedas da Web 3.0?

Veja abaixo as criptomoedas, também chamada de tokens da Web 3.0, que se encontram no top 100, em ordem de capitalização de mercado, segundo o CoinMarketCap:

  • Polkadot (DOT)
  • Chainlink (LINK)
  • Filecoin (FIL)
  • Theta Network (THETA)
  • Helium (HNT)
  • The Graph (GRT)
  • BitTorrent-New (BTT)
  • Stacks (STX)
  • Basic Attention Token (BAT)
  • Arweave (AR)
  • Livepeer (LPT)

Ressaltamos que essa lista não se trata de uma recomendação de investimentos. Lembre-se de sempre considerar sua estratégia e perfil de investidor e realizar sua própria análise antes de aplicar seu dinheiro em algum criptoativo.

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