Fork do Bitcoin: Veja o que é e por que ele acontece

Você sabe o que é fork do Bitcoin? Algumas moedas surgiram deste processo. Confira aqui porque ele acontece e quais são as suas variações.

Por
Equipe Coinext
18/12/2020
Fork do Bitcoin: Veja o que é e por que ele acontece

Frequentemente o mercado do Bitcoin é agitado por um evento conhecido como fork, que levanta calorosos debates e movimenta especulações sobre o mercado ao redor do mundo. Você entende o conceito do fork? Sabe quais são os impactos desses eventos na sua conta de investidor? Leia este artigo até o final para entender melhor e estar preparado para quando acontecer.

Neste artigo você vai entender:

  • O que é Fork do Bitcoin
  • Por que um Fork acontece
  • Quais são as criptos que surgiram com o Fork do Bitcoin?
  • Fork de Altcoins
  • Preço de criptomoedas antes e depois do Fork
  • Quem tinha a moeda que passou por Fork recebe a nova?

Vamos lá?

O que é Fork do Bitcoin

Para entender com mais profundidade o que é um fork, é necessário que o conceito de criptomoeda esteja fresco e muito claro, uma vez que o fork é um evento que só é possível devido aos pilares que formam a criptomoeda.

Portanto, vamos compreender primeiramente que, uma criptomoeda é formada por um conjunto de códigos e regras que juntos formam um sistema. Esse sistema pode sofrer alterações em vista de ser aprimorado, atualizado e evoluído para uma versão melhor.

Os forks são exatamente estas atualizações que o código da criptomoeda sofrerá. Toda e qualquer criptomoeda está sujeita a sofrer um fork, sempre em busca de aprimorar o seu código.  Para ficar mais claro ainda, basta seguir ao pé da letra o conceito fork, que traduzido do inglês significa garfo. Imagine que o código já existente da moeda é o cabo do garfo e, a partir do momento em que o sistema sofre as alterações, surgem novas possibilidades de códigos, que correspondem às bifurcações do garfo, transformadas em seus dentes.

Existem2 modalidades, os Soft Forks e os Hard Forks.

Soft Forks

Soft Forks acontecem quando as modificações do código acontecem em segundo plano e muitas vezes os usuários (investidores),nem percebem as alterações. Geralmente são modificações mais simples, para corrigir pequenas falhas de performance e não comprometem a moeda como um todo. Sendo assim, apenas uma moeda permanece válida enquanto os usuários adotam as atualizações.

Hard Fork

Já os Hard Forks ocorrem quando as alterações que a moeda sofrerá são bem mais intensas e complexas, e interferem nas principais linhas de código, causando uma bifurcação na rede. Dessa forma, a renovação  que moeda sofreria é tão complexa que não seria possível apenas atualizá-la sem que todo seu sistema passasse a operar do zero. Isso quer dizer que uma nova Blockchain é criada, criando novo marco inicial, com um novo código.­­­­­

Porque um “Fork” acontece?

Existem algumas regras que os forks devem obedecer para entrarem em vigor. As melhorias devem passar por um debate na comunidade, que por sua vez deve entrar em um consenso sobre o funcionamento e a aplicabilidade do novo código, ou seja, a maioria dos usuários devem votar e decidir pela realização ou não das alterações. Tal votação acontece pelo próprio sistema do bitcoin e pode demorar de alguns minutos até mesmo várias semanas. Essa seria a parte mais difícil, obter este suporte de mineradoras, usuários, exchanges e desenvolvedores, que além de baixar e configurar uma carteira da criptomoeda, precisam usar e trocá-la no mercado.

Por uma questão de logística e de obedecer as regras de consenso, as versões antigas das criptomoedas continuam a existir até que todos da comunidade passem a usar e aceitar apenas a nova versão. Se uma parcela da comunidade se recusar a atualizar e a utilizar o novo código, então ocorre a bifurcação, e as duas moedas performam e coexistem juntas, uma com o novo código e outra com o antigo.

Para tornar mais palpável o conceito dos forks, vamos criar um cenário análogo.

Se você possui um IPhone por exemplo, a Apple lança frequentemente atualizações do sistema operacional IOS. Com isso, todos os usuários precisam baixar o novo IOS, com as melhorias e modificações, dessa forma o telefone passa a performar melhor, alguns bugs são consertados e, de uma maneira geral, a atualização melhora a experiência e interface do usuário. Inclusive, alguns dos modelos mais antigos da marca nem conseguem operar com o novo sistema, pois não conseguem sustentar a atualização, caindo em um ciclo de obsolescência programada.

Já nos aparelhos que usam sistema Android, algumas marcas optaram por não tornarem as atualizações obrigatórias. Sendo assim, as pessoas que optarem por não atualizar os sistemas de seus celulares ainda conseguem utilizar normalmente seus telefones, sem que o mesmo apresente falhas muito grotescas. É claro que, o funcionamento do telefone continua com os bugs que a versão apresenta, mas nada que prejudique permanentemente o sistema caso não seja baixada a última versão.

Relacionando a situação com o forks, podemos perceber algumas semelhanças com o processo de bifurcação das criptomoedas. Ocaso do IPhone seria análogo aos hard forks, atualizações múltiplas e complexas, intrínsecas ao funcionamento pleno da moeda, sendo assim obrigatória a disrupção com o código antigo para que o novo Blockchain entre em vigor. Já a situação com os aparelhos do sistema Android podem ser relacionados aos soft forks cujas alterações são importantes, melhoram e corrigem falhas, mas não é necessário um rompimento total com o código já existente da moeda.

Quais são as criptos que surgiram com o Fork do Bitcoin?

Até aqui, já entendemos que o fork então nada mais é que uma atualização no código da criptomoeda, que acontece para corrigir falhas, adicionar novas funcionalidades ou melhorar as que já existem. Também vimos que estas atualizações podem percorrer 2 caminhos, os de hard forks e soft forks, sendo a primeira quando as atualizações tornam a nova versão do código incompatível com a anterior, e a segunda ocorre quando as atualizações são compatíveis e não é necessária a bifurcação total.

Além disso, já compreendemos que as moedas precisam seguir as “normas de consenso” e as modificações precisam do apoio da comunidade para serem totalmente abraçadas. Do contrário, algumas partes da rede podem começar a não reconhecer algumas transações e considerá-las inválidas, causando essa bifurcação na rota da moeda.

O Bitcoin, por ser a moeda pioneira que deu início à este novo universo financeiro-tencológico já passou por algumas hard forks, que originaram outras moedas, que compartilham de alguns pontos do código original do Bitcoin. Alguns exemplos de moedas que se originam de forks do Bitcoin são:

Bitcoin Cash (BCH)

O Bitcoin Cash foi um hard fork do Bitcoin original que aconteceu em agosto de 2017. As principais razões que levaram a comunidade da rede à divergir e criar um fork foram as elevadas taxas da moeda original, bem como seu maior tempo de processamento. Assim, o Bitcoin Cash surgiu como uma alternativa para solucionar a baixa escalabilidade da moeda original, com um valor de mercado bem mais acessível, taxas menores e tempo de processamento das transações mais rápido.

Atualmente o valor do Bitcoin Cash é de aproximadamente R$ 1562,13. As vantagens do usuário que decidir investir no BCH são justamente uma maior rapidez nas aprovações, alta taxa de valorização e menor custo de mercado.

Bitcoin Gold (BCG)

O Bitcoin Gold também foi um hard fork do Bitcoin original que aconteceu em 2018. Uma das principais causas da divergência dentro da comunidade, que causou o fork, foi a grande centralização da rede do Bitcoin nas mãos de grandes mineradoras, o que vai contra um dos princípios de toda a tecnologia das criptomoedas, que é a democratização do acesso e a descentralização dos recursos. Além disso, os desenvolvedores do Bitcoin Gold trouxeram também a questão do anonimato completo, redução do tamanho dos blocos e do tempo de transação.

O valor atual do Bitcoin Gold em reais gira em torno de R$ 37, 07. As principais vantagens dessa moeda são a sua agilidade nas transações, caráter descentralizador e o anonimato completo, protegendo os endereços das carteiras dos remetentes e receptores da rede.

Litecoin (LTC)

Popularmente chamado de a prata das criptomoedas, o Litecoin foi criado em um hard fork do Bitcoin em 2011 e, apesar de compartilhar várias semelhanças com o Bitcoin original, possui algumas características que são interessantes para o investidor.

O Litecoin também surgiu para solucionar o problema da demora nas transações e por isso ele oferece uma velocidade média elevada em comparação com a moeda original, girando em torno de 2 minutos e meio (o Bitcoin precisa de 10 minutos). O modelo também foi projetado para ser uma versão mais acessível  e por isso dispõe de um maior limite para produção das moedas. Enquanto o Bitcoin tem limite máximo de 21 milhões de moedas em circulação, o Litecoin tem limite de 84 milhões de unidades.

Até o momento desta publicação o valor do Litecoin estava em R$ 556,35.

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Quantum

O Quantum, não diferente das outras moedas originadas através de forks do Bitcoin original, veio em um cenário de tentar solucionar algumas características do Bitcoin que limitavam sua plena operação em determinados sentidos. A principal intenção do Quantum foi de apresentar uma solução que facilitasse a operacionalidade entre as principais criptomoedas, como o próprio Bitcoin e a Ethereum.

Outro grande objetivo que o Quantum possui é de assessorar empresas a construírem soluções que dispositivos móveis possam executar sem maiores dificuldades, garantindo sincronização entre os dispositivos e os principais integrantes da comunidade das criptomoedas. O Quantum pode ser entendido como uma mistura entre a tecnologia blockchain do Bitcoin original somado à tecnologias e funcionalidades técnicas da Ethereum, garantindo uma troca de dados e informações transparente entre outros sistemas de cripto.

O valor do Quantum hoje é em torno de R$ 0,191.

Forks de Altcoins

Você provavelmente já ouviu falar neste termo também, outro conceito intimo e essencial para entender o funcionamento dos forks.

Altcoins são todas as moedas criptografadas que não o próprio Bitcoin. O nome provém de Alternative Coins, moedas alternativas, que surgiram após a consolidação do Bitcoin, como uma alternativa concorrente para aquecer o mercado. A partir daí, diversos outros tipos de criptomoeda foram sendo desenvolvidas.

Os desenvolvedores dos Altcoins buscam perceber e analisar limitações do Bitcoin para trabalharem novas opções de moeda, explorando justamente estes pontos de modo a  criarem vantagem competitiva.

O Altcoin não possui um conjunto de características específicas que possam encaixar as moedas em tal gênero, elas podem ser agrupadas como uma forma distinta e inovadora de abordar os usuários do Bitcoin e suas funcionalidades, que já possuem um bom espaço de mercado.

Portanto, todas as moedas que foram criadas a partir de forks do Bitcoin, automaticamente se tornam modelos de Altcoins. No entanto, é importante frisar que nem toda Altcoin é originada através de um Fork do próprio Bitcoin.

Seguem outros exemplos:

·      Ethereum 2.0 (ETH)

O Ethereum sofreu um fork em 2016 que deu origem ao Ethereum 2.0 trazendo maior escalabilidade, facilidade e velocidade nas transações. Seu valor aproximado é de US$ 18.967 dólares.

·      Dash (dash)

O Dash é uma moeda digital que volta seus esforços à privacidade, conta com transações instantâneas que permitem o anonimato nas transações. O Dash sofreu seu fork em 2017 e baseou seu código em algorítimos Proof-of-Stake (PoS) e buscou valorizar um sistema de governança descentralizado. A moeda originada deste fork é chamada de PIVX. A cotação do Dash hoje gira em torno de R$ 556,93 enquanto de seu fork é de R$ 1,35.

·      Ripple (XRP)

No dia 12 de Dezembro o Ripple sofreu uma bifurcação para implementar contratos inteligentes. O Airdrop do Ripple, distribuição da nova moeda aos investidores, foi nomeado de Flare, enquanto seus 45 milhões de novos tokens distribuídos aos usuários foram chamados de Sparks. O principal objetivo deste fork foi incluir o XRP nesta onda de finanças descentralizadas, que se demonstrou tendência forte em 2020.

A cotação do XRP hoje gira em torno de R$ 3,01 enquanto do seu fork Sparks é de R$ 0,032.

Stellar Lumens (XLM)

O Stellar Lumens (XLM) foi criada em 2014 por Jed McCaleb, co-criador da Ripple, em parceria com a Stellar Foundation. A Ideia inicial do projeto era ser a ponte que ligaria os mundos monetários virtuais e tradicionais. Este fork foi criado para tentar amenizar problemas relacionados à transações internacionais, especialmente transações longas e com altas taxas. A rede da moeda é uma rede ponto a ponto descentralizada, que buscou democratizar ainda mais os serviços de instituições financeiras.

As principais vantagens dessa moeda são o custo de transação extremamente baixo, facilidade de troca da moeda, facilidade de acesso, uma vez que tudo que os usuários precisam para operar este sistema é uma conexão com internet e alguns softwares, velocidade nas transações e descentralização.

O valor da moeda gira em torno de R$ 1,00.

·      Tether (USDT) Stellar Lumens (XLM)

O Tether é uma Altcoin que difere um pouco das demais por ser classificada como uma stablecoin, ou seja, seu lastro é baseado em uma moeda física, no caso do Tether ele é pareado com o dólar americano. A cada Tether emitido é preciso que haja um dólar equivalente em caixa.

De certa forma a moeda se tornou uma opção interessante para transferências entre sistemas diferentes de criptomoedas e consegue fugir um pouco da alta volatilidade característica das criptos. Hoje seu valor está próximo de R 5,10.

É importante acompanhar o movimento de outras criptomoedas, além do Bitcoin, para identificar vantagens e ações que podem te trazer um alto benefício, fornecendo opções mais acessíveis e que atendem melhor à sua realidade e expectativas. É preciso saber traçar sua estratégia de investimento e, a partir daí, trilhar seus passos de acordo com os demais fatores que interferem na rentabilidade do investimento.

Preço das criptomoedas antes e depois do Fork

Agora que você já entendeu o conceito de forks, como eles ocorrem e quais as consequências e impactos no sistema como um todo, você deve estar se perguntando qual é a relação e a repercussão de tudo isso no preço das moedas.

O mercado de criptomoedas é extremamente volátil, o que torna desafiador prever seus movimentos, mesmo que existam técnicas específicas para isso, a única certeza que se pode ter a volatilidade.  

Mas afinal, o que confere essa alta volatilidade ao mercado?

As variações no preço das criptomoedas podem ser altas e repentinas, com oscilações bruscas em espaços de tempo curtíssimos. É possível que, com o passar do tempo e o aumento da aderência às criptomoedas por parte da sociedade, sua volatilidade diminua.

Porém, alguns fatores demonstraram-se mais influentes no que diz respeito ao preço das criptomoedas, um deles é o fork. Os preços das criptomoedas originadas do Bitcoin, dependem do mesmo para se estabelecerem. Em geral, à medida que o Bitcoin ganha força no mercado, rapidamente o seu crescimento é estimulado e, em contrapartida, as demais moedas sofrem uma queda.

Isso acontece pois, a maioria das criptomoedas apresentam condições interdependentes em relação à quedas e performances negativas, e relativamente independentes com as condições positivas. Ou seja, quando o mercado está decaindo, as moedas perdem força e preço, quando ocorre um grande aumento, cada uma pode apresentar um certo índice de crescimento individual.

Portanto, o preço das moedas após um fork dependerá de uma série de outros fatores, tais como:

·      Notícias e reportagens: a mídia tem um papel importante nesse mercado, uma vez que é a responsável por disseminar as últimas informações e atualizações sobre o mercado, sendo indiretamente responsável por construir a opinião dos usuários e da rede em geral sobre as moedas, o que impacta na sua volatilidade, consequentemente impactando o preço final;

·      Investimento de empresas de peso e personalidades influentes: como foi explicado acima, a aderência da sociedade às moedas é peça-chave para o crescimento ou não de uma determinada criptomoeda;

·      Produtividade das mineradoras: se há discordância entre as mineradoras sobre uma determinada criptomoeda, consequentemente pode gerar impacto na produtividade e no preço final;

·      Comportamentos das demais bolsas: como foi dito acima, as criptomoedas possuem relações de interdependência e independência, que podem influenciar diretamente no comportamento e preço individual de cada uma;

No dia 15 de Novembro de 2020 o blockchain da Altcoin originada de um fork do Bitcoin, o Bitcoin Cash (BCH) passou por um hard fork. Como esse hard fork seguiu  em grande divergência na rede, temendo pela incerteza do processo, os traders (profissionais que operam os investimentos nas bolsas) puxaram o preço do BCH para baixo, diminuindo de US$255,00 para R$ 240,00, ou seja uma queda de 5% em 24 horas.  

Este foi apenas um exemplo atual para ilustrar como funciona a oscilação do preço de uma criptomoeda a partir de um hard fork.

Quem tinha a moeda que passou por fork, recebe a nova?

Sim! Quando ocorre um hard fork, os investidores acabam sendo beneficiados, pois passam a ter a mesma quantidade decriptomoedas em ambas as redes. Algumas pessoas acreditam que todo fork significa “dinheiro de graça”, no entanto, não há garantia que o fork vai ter sobrevida, ou mesmo se tiver, não há garantias que ele irá ter alta rentabilidade, já que a cotação de ambas as redes irá variar livremente. O que está garantido é a sua liberdade de escolha, se estiver em uma bifurcação.

Ou seja, se você escolher dar o voto de confiança à criptomoeda, pode mantê-la e aguardar por uma valorização. Enquanto quem não confiar, poderá vender assim que receber as novas moedas. É preciso ter em mente que a nova moeda, originada pela bifurcação, dependerá de uma série de fatores para ter rentabilidade e demonstrar-se um investimento positivo aos usuários, tais como o apoio das mineradoras, desenvolvedores, exchanges, além dos próprios usuários.

Conclusão

Assim como tudo na tecnologia, as moedas criptografadas sofrem constantes inovações tecnológicas e evoluem com o passar do tempo. O desenvolvimento de um software de uma criptomoeda acontece de maneira colaborativa, no qual diversas partes estão envolvidas e precisam agir em conjunto. As partes envolvidas no processo precisam seguir as “regras de consenso” e entrar em acordo à respeito de qualquer atualização que for acontecer no código de cada uma dessas moedas.

Caso parte da comunidade opte por permanecer com a versão antiga da moeda, pós apresentação de todas as modificações que o código sofreria, acontece a bifurcação, o hard fork, no qual é criada uma uma nova criptomoeda, independente da antiga.

Esse processo de bifurcação impacta no preço das criptomoedas e no mercado como um todo. No entanto, pela alta volatilidade da moeda, que pode sofrer bruscas mudanças em pequenos períodos de tempo, estimar o seu comportamento torna-se praticamente impossível.

Cabe ao investidor, apoiar-se em exchanges e canais de informações sérios, específicos sobre o mercado financeiro, a fim de manter-se informado sobre os fatores que impactam na performance das criptomoedas. Assim poderá estruturar a sua estratégia de investimento, entendendo qual é a opção mais adequada à sua realidade, alinhada às suas expectativas e que lhe trará uma boa rentabilidade.

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